Na fronteira entre a biologia e a esperança, pesquisadores da Universidade de São Paulo descobriram que células extraídas da mucosa nasal podem reacender o movimento em corpos paralisados. Em laboratório, ratos com lesão medular voltaram a caminhar em três semanas após receberem essas células — não porque o dano foi preenchido, mas porque algo dentro do tecido ferido foi despertado. Para milhões de pessoas que vivem com paralisia permanente, a ciência começa a esboçar, com cautela, um caminho que antes não existia.
Células-tronco do nariz mostram potencial para regenerar medula espinhal
Potencial impacto positivo para pacientes com lesões medulares que atualmente enfrentam limitações motoras permanentes.
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