Em Olhão, o Partido Socialista abriu a sua rentrée de verão com um discurso de José Luís Carneiro que colocou em causa não apenas decisões pontuais do Governo, mas a sua capacidade de exercer liderança em momentos de crise. Da educação à energia, da segurança à saúde, Carneiro traçou um retrato de um executivo que, na sua leitura, cria perturbação e depois distribui culpas — um padrão que, argumentou, corrói a confiança nas instituições democráticas. O PS posicionou-se como alternativa em construção, prometendo escrutínio parlamentar e desafiando o primeiro-ministro a um diálogo mais amplo sob