Em junho de 2026, a União Europeia removeu o Brasil da lista de países autorizados a exportar carnes ao bloco, com bloqueio efetivo a partir de setembro, por ausência de documentação sobre o controle de antimicrobianos na produção animal. A decisão chega em momento de vulnerabilidade dupla: a China já havia restringido suas importações desde janeiro, deixando a indústria brasileira sem seus dois maiores mercados externos. Enquanto Argentina, Paraguai e Uruguai mantêm acesso europeu, o Brasil enfrenta a consequência de uma lacuna regulatória que levaria dois anos e meio para ser sanada — tempo
Carne brasileira pode perder acesso ao mercado europeu em setembro
Indústrias de carnes enfrentam dificuldades operacionais com férias coletivas em frigoríficos e pressão sobre margens de lucro, afetando empregos no setor.