Em Santa Catarina, Carlos Bolsonaro subiu a um palco e desceu em menos de um minuto, sem pronunciar o nome de sua própria candidatura ao Senado. O silêncio revelou uma tensão mais profunda: a dificuldade de converter um sobrenome de peso nacional em legitimidade política local. O PL, partido que deveria ser sua plataforma, carrega internamente a resistência de lideranças que não reconhecem nele um candidato próprio — apenas uma imposição.