A morte de uma figura pública relembrou ao Brasil que o câncer colorretal, segundo tumor mais incidente no país, mata sobretudo pelo silêncio: cresce devagar, sem dor, enquanto a população desconhece os sinais e adia a busca por ajuda. Especialistas alertam que a colonoscopia, iniciada aos 45 anos para pessoas sem fatores de risco especiais, pode interromper esse ciclo antes que um pólipo benigno se torne maligno. Quando o diagnóstico chega cedo, as chances de cura superam 90% — tornando a vigilância preventiva não um excesso, mas uma escolha de vida.