Em meio à escalada de um conflito que ameaça engolir o Oriente Médio, a Câmara dos Deputados americana aprovou uma resolução exigindo autorização congressual para operações militares contra o Irã — um gesto que, por mais significativo que seja como expressão de dissidência institucional, não tem força para alterar o curso da guerra. Quatro republicanos cruzaram a linha partidária para se unir aos democratas, revelando uma fissura rara num sistema político cada vez mais polarizado. A história registra o voto; o campo de batalha, por ora, não o escuta.