CAIXA libera saque de R$ 6.220 para CPFs em municípios afetados até 23/09

A medida visa auxiliar financeiramente trabalhadores residentes em áreas afetadas por desastres naturais como enchentes, deslizamentos e tempestades severas.
O dinheiro chega rápido, sem burocracia desnecessária, para quem precisa reconstruir
Sobre o objetivo do Saque Calamidade do FGTS para trabalhadores em áreas afetadas por desastres naturais.

Quando desastres naturais rompem a estabilidade de comunidades inteiras, o Estado busca formas de devolver às famílias alguma margem de recomeço. A Caixa Econômica Federal abriu, até 23 de setembro de 2025, a possibilidade de trabalhadores residentes em vinte municípios afetados por calamidades sacarem até R$ 6.220 do FGTS diretamente pelo celular — sem filas, sem agências. É um gesto de liquidez em meio à lama: dinheiro que já era do trabalhador, devolvido no momento em que ele mais precisa.

  • Enchentes, deslizamentos e tempestades deixaram famílias em situação de urgência financeira em vinte municípios de seis estados brasileiros.
  • O prazo para solicitar o Saque Calamidade encerra em 23 de setembro de 2025 — uma janela estreita para quem ainda não tomou conhecimento do benefício.
  • O processo é inteiramente digital pelo aplicativo FGTS, mas exige documentação específica, incluindo comprovante de residência emitido antes do decreto de calamidade.
  • Para o Rio Grande do Sul, a regra de intervalo de 12 meses entre saques foi suspensa, permitindo novas solicitações mesmo para quem já utilizou o benefício após as enchentes de 2024.
  • Novos municípios podem ser habilitados conforme o governo federal reconheça novas emergências, tornando o monitoramento dos canais oficiais essencial para potenciais beneficiários.

A Caixa Econômica Federal disponibilizou o Saque Calamidade do FGTS para trabalhadores residentes em municípios atingidos por desastres naturais, com valores de até R$ 6.220 por conta e prazo de solicitação até 23 de setembro de 2025. O mecanismo foi criado para situações de emergência — enchentes, deslizamentos, vendavais, ciclones e colapsos de barragens — e funciona inteiramente pelo aplicativo FGTS, sem necessidade de comparecer a uma agência.

Vinte municípios estão habilitados nesta rodada, distribuídos entre Amazonas, Pará, Rio Grande do Sul, Alagoas, Maranhão e Pernambuco. Apenas moradores com CPF vinculado a endereço reconhecido pela Defesa Civil como área afetada podem fazer a solicitação. O processo exige documento de identidade, comprovante de residência emitido até 120 dias antes do decreto de calamidade e uma foto do solicitante segurando o documento. Quando não há comprovante disponível, uma declaração emitida pelo poder público local é aceita.

Uma regra relevante: em condições normais, é necessário aguardar 12 meses entre um saque calamidade e outro. No entanto, essa exigência foi suspensa para o Rio Grande do Sul após as enchentes de maio de 2024, abrindo espaço para múltiplas solicitações. O prazo de 23 de setembro é fixo e conta a partir da publicação da portaria que reconhece a emergência. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo telefone da Caixa ou em agências físicas. A recomendação é acompanhar os canais oficiais, pois novos municípios podem ser incluídos conforme novas calamidades sejam reconhecidas pelo governo federal.

A Caixa Econômica Federal abriu as portas para um alívio financeiro direcionado: trabalhadores que vivem em municípios atingidos por desastres naturais podem sacar até R$ 6.220 do FGTS até o dia 23 de setembro de 2025. O processo acontece inteiramente pelo celular, sem necessidade de pisar em uma agência bancária.

Esse recurso, chamado Saque Calamidade, existe justamente para situações de emergência — quando enchentes, deslizamentos, tempestades severas ou outros eventos climáticos extremos deixam famílias em apuros. O valor chega a R$ 6.220 por conta de FGTS, limitado ao saldo disponível. A ideia é que o dinheiro chegue rápido, sem burocracia desnecessária, para quem precisa reconstruir ou cobrir despesas urgentes.

Vinte municípios estão habilitados nesta rodada. No Amazonas, Caapiranga, Japurá, Maraã, São Paulo de Olivença e Guimarães. No Pará, Curuá, Maracanã, Palestina do Pará e Quatipuru. No Rio Grande do Sul, uma lista maior: Itaqui, Maçambara, Mostardas, Quevedos, São Francisco de Assis, São Francisco de Paula, Soledade e Toropi. Também estão inclusos Passo de Camaragibe em Alagoas, Presidente Sarney no Maranhão, São José da Coroa Grande em Pernambuco. Apenas quem reside nessas localidades, com CPF vinculado a endereço reconhecido pela Defesa Civil como afetado, pode fazer a solicitação.

O procedimento é simples. Pelo aplicativo FGTS, o trabalhador acessa a seção de saques, escolhe "Calamidade pública", faz login, confirma os dados de segurança e segue o passo a passo. Precisa informar o município, preencher CEP e número da residência, depois enviar os documentos obrigatórios. No final, escolhe se quer receber o dinheiro em transferência bancária ou saque presencial. Tudo online.

Os documentos necessários são diretos: documento de identidade (RG, CNH ou equivalente), comprovante de residência em nome de quem solicita emitido até 120 dias antes do decreto de calamidade, uma foto do rosto segurando o documento, e, quando necessário, uma declaração ou certidão de vínculo. Se não houver comprovante de endereço, o poder público local pode emitir uma declaração em papel timbrado assinada por autoridade competente.

Há uma regra importante: normalmente, é preciso esperar 12 meses entre um saque calamidade e outro. Mas essa regra foi suspensa para o Rio Grande do Sul após as enchentes de maio de 2024, permitindo múltiplas solicitações sem intervalo. Desastres que dão direito ao saque incluem enxurradas, enchentes, alagamentos, vendavais intensos, tempestades, ciclones, granizo, tornados e colapsos de barragens que atinjam residências.

O prazo de 23 de setembro é firme. A contagem começa a partir da publicação da portaria que reconhece a emergência. Quem tiver dúvidas ou dificuldade com o aplicativo pode procurar uma agência da Caixa ou ligar para 4004 0104 (capitais e regiões metropolitanas) ou 0800 104 0104 (demais regiões). A recomendação é acompanhar comunicados oficiais do município e dos canais da Caixa, porque novos municípios podem ser habilitados conforme novos desastres são reconhecidos pelo governo federal.

O processo pode ser feito totalmente pela internet, com o intuito de facilitar para aqueles que buscam rapidez e praticidade sem sair de casa
— Comunicado da Caixa Econômica Federal
La Conversación del Hearth Otra perspectiva de la historia
Inventor

Por que a Caixa criou esse saque específico em vez de apenas expandir o acesso ao FGTS normal?

Model

Porque desastre natural é diferente. Não é planejado, não dá tempo de se preparar. A pessoa perde casa, documentos, tudo. O FGTS normal tem regras de saque mais rígidas. Esse saque calamidade reconhece que há situações onde você precisa do dinheiro agora, não em seis meses.

Inventor

E por que o prazo é tão curto — só até 23 de setembro?

Model

O prazo começa a contar quando a portaria é publicada. Cada desastre tem seu próprio cronograma. Vinte e três de setembro é o fim dessa janela específica para esses vinte municípios. Depois, se houver novos desastres reconhecidos, abre-se outra janela.

Inventor

Qual é o maior obstáculo que alguém enfrenta para conseguir esse dinheiro?

Model

Provavelmente o comprovante de residência. Se você perdeu tudo na enchente, seus documentos também foram embora. Por isso a Caixa aceita declaração do poder público local. Mas nem todo mundo sabe disso ou consegue chegar até a prefeitura.

Inventor

E se a pessoa não conseguir acessar o aplicativo?

Model

Aí tem o atendimento presencial nas agências. Mas isso derrota um pouco o propósito — se você está em área afetada, talvez a agência também esteja danificada ou de difícil acesso. Por isso o app é importante.

Inventor

Alguém pode sacar duas vezes se dois desastres diferentes atingirem sua cidade?

Model

Sim, mas com intervalo de 12 meses entre eles. Exceto no Rio Grande do Sul, onde suspenderam essa regra depois das enchentes de maio. Lá a pessoa pode sacar quantas vezes for necessário.

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