BTG assume controle do WTC Sheraton com participação de 80%

O BTG controla agora 80% de um complexo que reúne três negócios em um
A operação consolida a presença da gestora no mercado imobiliário premium de São Paulo com avaliação de R$ 1,4 bilhão.

No coração financeiro de São Paulo, o BTG Pactual avança silenciosamente sobre um dos ativos imobiliários mais simbólicos da cidade: o complexo WTC Sheraton, avaliado em R$ 1,4 bilhão. Ao reunir hotel, shopping e torre corporativa sob um mesmo teto — e agora sob seu controle majoritário de 80% —, a gestora inscreve no tecido urbano paulistano uma aposta clara na convergência entre capital, hospitalidade e poder corporativo. É a lógica do patrimônio que se consolida: quem detém o espaço, molda o ritmo da cidade.

  • O BTG Pactual acaba de ultrapassar a marca de 80% de controle do WTC Sheraton, somando a compra da fatia da Leste aos 30,8% já adquiridos do empresário Gilberto Bomeny.
  • O complexo — que reúne hotel Sheraton, shopping e torre corporativa em um único endereço em São Paulo — foi avaliado em R$ 1,4 bilhão, sinalizando o peso estratégico da operação.
  • A transação com a Leste envolve a compra de aproximadamente 48% do fundo LWTC, com o pagamento inicial estruturado via subscrição de uma oferta de R$ 450 milhões do próprio fundo.
  • A gestora consolida assim sua presença no segmento imobiliário premium, com poder decisório sobre um dos ativos mais diversificados e rentáveis da maior metrópole do país.

O BTG Pactual está consolidando sua posição no mercado imobiliário de alto padrão de São Paulo ao assumir o controle do WTC Sheraton — complexo que reúne hotel, shopping e torre corporativa em um único endereço. A operação avaliou o ativo em R$ 1,4 bilhão e representa um movimento central na estratégia da gestora de ampliar seu portfólio hoteleiro.

A aquisição se deu em duas etapas. Anteriormente, o BTG havia comprado cerca de 30,8% do empreendimento junto ao empresário Gilberto Bomeny. Agora, a gestora adquire os aproximadamente 48% detidos pelo fundo LWTC Fundo de Investimento Imobiliário, gerido pela Leste — chegando ao controle de cerca de 80% do complexo.

O pagamento da primeira parcela à Leste será feito por meio da subscrição de uma oferta de R$ 450 milhões lançada pelo próprio fundo LWTC, mecanismo que permite à transação avançar enquanto capital adicional é captado junto a investidores.

Com receitas diversificadas entre hotelaria, varejo e escritórios corporativos, o WTC Sheraton é um ativo particularmente atrativo para quem aposta na recuperação do segmento de hospitalidade em São Paulo. Ao deter 80% do empreendimento, o BTG passa a ter poder decisório sobre sua operação e estratégia, posicionando-se como protagonista na gestão de um dos principais complexos imobiliários da cidade.

O BTG Pactual está consolidando sua presença no mercado imobiliário de alto padrão de São Paulo com a aquisição do controle do WTC Sheraton, um complexo que reúne hotel, shopping e torre corporativa em um único endereço. A operação, que avaliou o ativo em R$ 1,4 bilhão, marca um passo significativo na estratégia da gestora de expandir seu portfólio hoteleiro nos próximos anos.

A transação ocorre em duas frentes. O BTG já havia adquirido anteriormente uma participação de cerca de 30,8% do empreendimento junto ao empresário Gilberto Bomeny. Agora, a gestora está comprando a fatia de aproximadamente 48% que era detida pelo fundo LWTC Fundo de Investimento Imobiliário, gerido pela Leste. Ao final dessa operação, o BTG controlará cerca de 80% do complexo.

O pagamento da primeira etapa da compra junto à Leste será realizado por meio da subscrição de uma oferta de R$ 450 milhões que o próprio fundo LWTC está lançando. Esse mecanismo de financiamento permite que a transação avance enquanto o fundo levanta capital adicional junto a investidores.

O WTC Sheraton representa um ativo de relevância estratégica para o BTG. Localizado em São Paulo, o complexo combina três segmentos de negócio em um único empreendimento: a operação hoteleira sob a marca Sheraton, um shopping center, e uma torre corporativa que abriga escritórios de empresas. Essa diversificação de receitas torna o ativo particularmente atrativo para uma gestora que busca consolidar sua presença no segmento imobiliário premium.

A expansão do portfólio hoteleiro do BTG reflete uma aposta na recuperação e no crescimento do segmento de hospitalidade em São Paulo, a maior metrópole do país. Com o controle de 80% do empreendimento, a gestora terá poder decisório sobre a operação e a estratégia do complexo nos próximos anos, posicionando-se como ator central na gestão de um dos principais ativos imobiliários da cidade.

A gestora já compra a participação de cerca de 30,8% do empresário Gilberto Bomeny e agora está adquirindo a fatia de cerca de 48% detida pelo fundo LWTC
— Apuração do Pipeline
La Conversación del Hearth Otra perspectiva de la historia
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Por que o BTG decidiu fazer essa aquisição agora, em vez de esperar?

Model

O mercado imobiliário de São Paulo está em um momento de consolidação. Ativos de qualidade como o WTC Sheraton não aparecem frequentemente à venda, e o BTG viu a oportunidade de montar uma posição controladora em um complexo que já gera receita.

Inventor

Qual é a importância de ter 80% em vez de apenas 51%?

Model

Com 80%, o BTG tem controle absoluto sobre decisões estratégicas sem precisar negociar com minoritários. Isso facilita mudanças operacionais, investimentos em reforma, ou até uma eventual venda futura do ativo como um todo.

Inventor

Como a Leste saiu dessa operação?

Model

A Leste continua gerindo o fundo LWTC, que agora tem o BTG como sócio majoritário. Ao lançar a oferta de R$ 450 milhões, o fundo levanta capital e o BTG usa parte desse capital para pagar sua participação. É um arranjo que funciona para ambos.

Inventor

Qual é o risco para o BTG em concentrar tanto em um único ativo?

Model

Não é concentração extrema porque o WTC Sheraton é um complexo diversificado — hotel, shopping, escritórios. Mas sim, o BTG está apostando que a demanda por esses três segmentos em São Paulo vai se manter forte nos próximos anos.

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O que vem depois dessa aquisição?

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Provavelmente o BTG vai otimizar a operação, talvez investir em modernização do hotel ou do shopping, e consolidar a gestão centralizada do complexo. Esse é um ativo que pode gerar retorno consistente por muitos anos.

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