A Braskem, uma das maiores petroquímicas do Brasil, aproxima-se de um momento decisivo: a proteção judicial que suspendeu execuções de credores por 60 dias expira na próxima semana, e a empresa acelera negociações de reestruturação sem ainda ter chegado a um acordo definitivo. Diante da pressão do tempo e de uma reportagem que antecipou um possível pedido de recuperação extrajudicial, a companhia respondeu à CVM sinalizando que avalia 'medidas de proteção' — linguagem que revela a consciência de que um respiro temporário não é o mesmo que uma solução. O que se desenrola é a busca, sob urgência