Brasil vence Mali e segue vivo na luta por vaga no Pré-Mundial feminino

Perdendo por 14 pontos, o Brasil encontrou a forma de voltar
A seleção feminina virou o jogo contra Mali no último quarto e mantém vivas as chances de classificação para a Copa do Mundo.

Em Wuhan, na China, a seleção brasileira feminina de basquete escreveu mais um capítulo de resiliência na longa busca por um retorno à Copa do Mundo — ausente há 12 anos. Diante do Mali, o Brasil transformou uma desvantagem de 14 pontos no último quarto em vitória por 76 a 73, mantendo viva uma esperança que, por alguns minutos, parecia prestes a se apagar. O esporte, como a vida, raramente encerra seus capítulos antes do tempo.

  • O Brasil entrou no quarto período perdendo por 14 pontos — um déficit que, em basquete, pode ser uma sentença.
  • Bella Nascimento recusou a derrota: marcou todos os seus 12 pontos no momento mais crítico, puxando o time do abismo.
  • Damiris Dantas converteu a cesta que virou o placar para 67 a 66, transformando desespero em esperança concreta.
  • Com a vitória, Brasil e República Tcheca dividem a terceira e quarta posições com seis pontos cada — duas vagas ainda em aberto.
  • Na terça-feira, o confronto contra a China decide o destino: uma vitória garante a vaga; uma derrota pode ainda classificar o Brasil, dependendo de outros resultados.

A seleção brasileira feminina de basquete ainda tem vida na disputa por uma vaga na Copa do Mundo de 2026, que acontece em setembro na Alemanha. Neste domingo, em Wuhan, o Brasil venceu Mali por 76 a 73 em uma virada que poucos esperavam — e que começou a tomar forma quando tudo parecia perdido.

No último quarto, o Brasil estava 14 pontos atrás (62 a 48). Foi Bella Nascimento quem mudou o jogo, anotando todos os seus 12 pontos naquele período decisivo. Damiris Dantas marcou a cesta que colocou o Brasil na frente pela primeira vez, com pouco mais de três minutos para o fim. Kamilla Cardoso terminou com 17 pontos e 11 rebotes, e Alana Gonçalo contribuiu com um duplo-duplo de pontos e assistências.

Com o resultado, o Brasil ocupa a quarta posição do Grupo A com seis pontos, empatado com a República Tcheca. Bélgica e China já estão classificadas. Duas vagas seguem em disputa entre Brasil, República Tcheca e Mali.

Na terça-feira, às 8h30 no horário de Brasília, o Brasil enfrenta a China. Uma vitória garante a classificação direta. Mas há caminhos alternativos: se o Sudão do Sul bater Mali ou a República Tcheca perder para a Bélgica, o Brasil pode avançar mesmo sem vencer. A técnica Pokey Chatman sabe, porém, que o caminho mais seguro é vencer — e assim encerrar 12 anos de ausência do Brasil em Copas do Mundo.

A seleção brasileira feminina de basquete ainda respira na luta por um lugar na Copa do Mundo de 2026, que será disputada em setembro na Alemanha. O caminho segue estreito, mas não está fechado — e tudo começou a ficar mais claro neste domingo, quando o Brasil enfrentou Mali em Wuhan, na China, e saiu vitorioso de um jogo que poderia ter terminado de forma bem diferente.

O placar final foi 76 a 73, mas os números não contam a história completa. O Brasil entrou no último quarto em situação desesperadora, perdendo por 14 pontos (62 a 48). Naquele momento, a classificação parecia distante. Mas o basquete tem dessas reviravoltas. Bella Nascimento, a armadora da seleção, foi quem carregou o time nas costas no período final, anotando todos os seus 12 pontos quando mais importava. Damiris Dantas, a ala-pivô, foi quem virou o jogo de verdade — marcou a cesta que colocou o Brasil na frente (67 a 66) com pouco mais de três minutos para o fim. Kamilla Cardoso, a pivô, completou o esforço coletivo com um duplo-duplo de 17 pontos e 11 rebotes. Alana Gonçalo também entrou na conta, distribuindo 10 assistências e marcando 10 pontos.

Com essa vitória, o Brasil agora ocupa a quarta posição do Grupo A com seis pontos — duas vitórias e duas derrotas. A República Tcheca está na terceira posição, também com seis pontos. Mali, que perdeu este jogo, tem cinco. Duas vagas ainda estão em disputa entre essas três seleções, e a Bélgica e a China já garantiram suas classificações.

O que vem agora é uma mistura de esperança e matemática. Na terça-feira (17), às 8h30 no horário de Brasília, o Brasil enfrenta a China — a anfitriã do torneio e já classificada. Se as brasileiras vencerem, a vaga está garantida. Mas há outro caminho. Se o Sudão do Sul derrotar Mali na abertura da rodada, ou se a República Tcheca cair para a Bélgica, o Brasil pode se classificar mesmo perdendo para a China. Tudo depende de como os outros jogos saem.

A técnica Pokey Chatman, estadunidense que comanda a seleção, sabe que o ideal é não deixar a classificação nas mãos de terceiros. Uma vitória contra a China seria o desfecho mais limpo, mais seguro. Seria também o retorno do Brasil à Copa do Mundo após 12 anos de ausência — um intervalo longo demais para um programa que já foi potência no basquete feminino. A equipe tem o talento para fazer isso acontecer. A questão agora é se consegue repetir a performance que mostrou contra Mali, quando estava à beira do precipício e encontrou a forma de voltar.

Bella Nascimento anotou todos os seus 12 pontos no último período, liderando a virada do Brasil
— Dados da partida contra Mali
A Conversa do Hearth Outra perspectiva sobre a história
Inventor

Por que essa virada contra Mali foi tão importante, além do resultado em si?

Model

Porque mostrou que o time não desiste. Estavam perdendo por 14 pontos no último quarto — era praticamente impossível. Mas Bella Nascimento entrou em ritmo, Damiris virou o jogo, e de repente estavam vencendo. Isso importa psicologicamente para terça-feira.

Inventor

E a China? Que tipo de adversário é?

Model

Já está classificada, então tecnicamente não precisa vencer. Mas é a anfitriã, joga em casa, e é uma seleção forte. O Brasil pode vencer, mas não será fácil.

Inventor

Se o Brasil perder para a China, ainda há chance?

Model

Sim, mas aí depende de outros resultados. Sudão do Sul teria que vencer Mali, ou República Tcheca teria que perder para Bélgica. É possível, mas não é garantido.

Inventor

Quanto tempo o Brasil ficou fora da Copa do Mundo?

Model

Doze anos. É um tempo longo para um programa que já foi importante no basquete feminino. Voltar seria significativo.

Inventor

Quem foi o destaque individual contra Mali?

Model

Bella Nascimento marcou todos os seus 12 pontos no último quarto, quando mais importava. Mas Kamilla Cardoso e Damiris Dantas também foram decisivas — ambas fizeram duplo-duplo.

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