Em meio a uma festa de estímulos fiscais sem perspectiva de encerramento voluntário, o Brasil caminha para uma ressaca econômica em 2027 — não por acidente, mas por escolha repetida de todos os lados do espectro político. Luiz Parreiras, gestor da Verde Asset, observa que o populismo fiscal não tem cor partidária, e que o ajuste só virá quando uma crise o impuser. Enquanto isso, o país assiste à revolução da inteligência artificial de fora, incapaz de converter sua energia limpa abundante em atração de investimentos tecnológicos — uma perda que pode ser mais duradoura do que qualquer ciclo eco