Nas eleições de 2026, o Brasil verá candidatos nascidos na China, Bolívia, Haiti e Síria disputarem cargos públicos — não como exceção, mas como consequência natural de uma democracia que acolhe e integra. A Constituição reserva apenas a presidência e a vice-presidência aos nascidos em solo brasileiro, deixando todos os demais cargos acessíveis aos naturalizados. É um retrato silencioso de uma nação que, ao oferecer cidadania, oferece também voz.