No Brasil contemporâneo, o telefone — instrumento de conexão humana — tornou-se a principal arma de uma epidemia silenciosa de fraudes. Criminosos exploram décadas de infraestrutura tecnológica obsoleta e dados pessoais vazados para simular instituições de confiança, roubando não apenas dinheiro, mas a sensação de segurança cotidiana de milhões de pessoas. A resposta exige que bancos, operadoras, reguladores e cidadãos reconheçam que a vulnerabilidade não é apenas técnica — é também humana.
Brasil enfrenta 'epidemia' de golpes telefônicos; bancos cobram controle mais rigoroso
Consumidores de todos os perfis sofrem roubo de dados e dinheiro através de golpes telefônicos sistemáticos.