Em 2025, o Brasil alcançou o menor número de casos de malária em quase cinco décadas — um marco que não era atingido desde 1978. A incorporação da tafenoquina ao SUS, com sua dose única capaz de prevenir recaídas, transformou silenciosamente a lógica do tratamento, especialmente nas regiões mais remotas e nos territórios indígenas onde a continuidade terapêutica era, até então, um obstáculo estrutural. Esse avanço não é apenas estatístico: é a expressão de uma política pública que, ao simplificar o cuidado, alcançou quem mais precisava.
Brasil atinge menor número de casos de malária em 48 anos com tafenoquina no SUS
A redução de 30% nas mortes por malária (de 56 para 39 óbitos) e diminuição de 30,7% nos casos graves representam impacto direto na vida de brasileiros, especialmente em populações indígenas.