Na segunda-feira, 27 de julho, o Brasil deu seu primeiro passo formal no tabuleiro do comércio global ao acionar a Organização Mundial do Comércio contra as tarifas impostas pela administração Trump — medidas que, acumuladas, chegam a 37,5% sobre produtos como máquinas, calçados e móveis, afetando quase um quarto das exportações brasileiras para os Estados Unidos. É um gesto que fala tanto de princípio quanto de impotência: a OMC, árbitro histórico dessas disputas, encontra-se enfraquecida, e Brasília sabe que o caminho entre a contestação simbólica e a retaliação efetiva é estreito e politica