Em um gesto que une princípio e pragmatismo, o Brasil levou à Organização Mundial do Comércio sua contestação formal às tarifas impostas pelo governo Trump — 25% por supostas práticas desleais e 12,5% por falhas na fiscalização de trabalho forçado. A ação, protocolada em Genebra, invoca acordos comerciais que ambos os países assinaram, mas encontra pela frente um mecanismo de apelação paralisado desde 2019. Mais do que uma batalha jurídica com desfecho provável, o movimento brasileiro inscreve no registro internacional uma discordância que poderá encontrar seus dentes em outros instrumentos —