Em meio ao confinamento domiciliar que define seus dias desde março, Jair Bolsonaro busca, por meio de seus advogados, uma abertura modesta mas simbólica: a entrada de um professor particular para acompanhar os estudos de sua filha caçula. O pedido, dirigido ao ministro Alexandre de Moraes, revela como a vida doméstica e a vida jurídica se entrelaçam de forma inextricável para quem cumpre pena sob vigilância constante. Cada gesto cotidiano — uma aula de matemática, uma visita de filho — passa agora pelo crivo do Estado.
Bolsonaro pede autorização a Moraes para filha receber aulas particulares em casa
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