Há um fenômeno silencioso que ocorre enquanto dormimos: o estômago, sem a ajuda da gravidade, pode devolver seu conteúdo ao esôfago, acordando a pessoa com gosto amargo e ardência no peito. O refluxo noturno não é apenas um inconveniente passageiro — quando recorrente, fragmenta o sono, desgasta o organismo e pode sinalizar uma condição que merece investigação. A ciência de 2026 confirma o que muitos já sentiam: o desconforto e o sono perturbado se alimentam mutuamente, tornando o ciclo cada vez mais difícil de romper sem atenção consciente.