Bisão arremessa turista a 2,4 metros em Yellowstone durante acasalamento

Turista sofreu ferimentos graves e corre risco de vida após ser arremessado por bisão; neto conseguiu escapar ileso.
O bisão tinha pelo menos 1,80 metro de altura, e a vítima foi lançada bem acima dele
Descrição do fotógrafo sobre a força do ataque do bisão macho durante o acasalamento.

No coração de Yellowstone, onde a natureza selvagem e o olhar humano se encontram com frequência perigosa, um avô foi arremessado ao ar por um bisão de 900 quilos durante a época de acasalamento — período em que esses animais carregam uma agressividade que nenhuma distância regulamentar pode prever com certeza. O homem respeitava as normas do parque, seu neto escapou ileso, mas a violência do encontro deixa uma pergunta que ecoa além do incidente: até que ponto a proximidade com o selvagem pode ser gerenciada pela razão humana?

  • Um bisão em plena fúria de acasalamento atacou um avô no acampamento Bridge Bay, arremessando-o a 2,4 metros de altura com uma chifrada no quadril.
  • Antes do ataque, o animal já havia investido contra crianças e uma caminhonete, sinalizando um estado de agitação que o parque inteiro deveria ter reconhecido como alarme.
  • Um fotógrafo presente confirmou que a vítima respeitava os protocolos de segurança — tornando o incidente um lembrete brutal de que regras não neutralizam instintos.
  • Diante do risco de um segundo ataque, o fotógrafo e outros visitantes correram em direção ao bisão gritando, conseguindo afastá-lo até a chegada das equipes de emergência.
  • O neto informou que o avô sofreu ferimentos graves e corre risco de vida; este já é o segundo ataque de bisão em Yellowstone em 2026, intensificando os alertas das autoridades.

Na noite de sexta-feira, um avô e seu neto caminhavam pelo acampamento Bridge Bay em Yellowstone quando um bisão macho de cerca de 900 quilos atacou sem aviso aparente. O homem foi lançado a 2,4 metros de altura, girando no ar antes de cair de lado no chão. O neto escapou ileso.

O fotógrafo Mike MacLeod estava presente e registrou o momento. Segundo ele, o bisão já vinha demonstrando comportamento agressivo pela área — avançou contra um grupo de crianças que fotografava à distância e investiu contra uma caminhonete antes de perseguir o avô ao redor de algumas árvores e atingi-lo com o chifre esquerdo na altura do quadril. MacLeod foi enfático: a vítima mantinha distância segura e respeitava as recomendações do parque.

Ao ver o homem caído e temendo um novo ataque, MacLeod interrompeu a gravação e correu em direção ao animal gritando. Outros visitantes fizeram o mesmo até que o bisão finalmente se afastou. As equipes de emergência chegaram rapidamente.

O neto informou ao fotógrafo que o avô sofria ferimentos graves e corria risco de vida. O Serviço Nacional de Parques não divulgou informações oficiais sobre seu estado. O ataque ocorreu durante a época de acasalamento, quando os machos se tornam significativamente mais agressivos. Foi o segundo incidente do tipo em Yellowstone em 2026 — o primeiro envolveu um menino de 12 anos em junho. As autoridades reforçam que todos os animais do parque são selvagens e potencialmente perigosos, mesmo quando aparentam calma.

Na noite de sexta-feira, um avô e seu neto caminhavam pelo acampamento Bridge Bay no Parque Nacional de Yellowstone quando um bisão macho de aproximadamente 900 quilos os atacou. O homem foi arremessado a cerca de 2,4 metros de altura, girando no ar antes de cair de lado no chão. Seu neto conseguiu escapar ileso.

O fotógrafo Mike MacLeod estava presente e documentou o incidente. Segundo seu relato, o avô e o neto mantinham uma distância que ele considerava segura quando o bisão se levantou e investiu contra eles. O animal perseguiu o homem ao redor de algumas árvores antes de o atingir com o chifre esquerdo na altura do quadril, lançando-o para o alto. MacLeod descreveu o momento com precisão: o bisão tinha pelo menos 1,80 metro de altura, e a vítima foi lançada bem acima dele.

Antes de atacar o avó e o neto, o bisão já havia demonstrado comportamento extremamente agressivo no acampamento. MacLeod observou que o animal circulava pela área, avançou contra um grupo de crianças que fotografava de longe e depois investiu contra uma caminhonete, obrigando o motorista a acelerar para escapar. O fotógrafo afirmou que era possível perceber que o bisão estava agitado, irritado e investindo contra tudo e todos ao seu redor.

Quando viu o homem caído no chão e temendo que o animal voltasse a atacá-lo, MacLeod interrompeu a gravação e tentou distraí-lo. Correu em direção ao bisão gritando, e outras pessoas no local fizeram o mesmo até que o animal finalmente se afastou. Equipes de emergência do parque chegaram rapidamente ao local.

O neto relatou ao fotógrafo que seu avó havia sofrido ferimentos graves e corria risco de vida. O Serviço Nacional de Parques dos Estados Unidos não divulgou informações oficiais sobre o estado de saúde da vítima nem detalhes adicionais sobre o ataque. MacLeod, porém, foi enfático em sua defesa do casal: afirmou que não viu ninguém se aproximando do animal de forma irresponsável, que as pessoas gritavam para alertar sobre o bisão e mantinham distância, sendo muito respeitosas com as recomendações de segurança.

O parque estabelece que visitantes devem manter uma distância mínima de 23 metros de bisões, alces e outros grandes mamíferos. Segundo MacLeod, o avó e o neto respeitavam essas orientações. O ataque ocorreu durante a época de acasalamento dos bisões, período em que os machos se tornam significativamente mais agressivos ao disputar fêmeas e território.

Este foi o segundo incidente envolvendo um bisão e um visitante em Yellowstone em 2026. O primeiro aconteceu em 26 de junho, quando um menino de 12 anos ficou ferido nas proximidades da região de Mud Volcano. O caso segue sob investigação das autoridades do parque. O Serviço Nacional de Parques alerta continuamente que todos os animais de Yellowstone são selvagens e potencialmente perigosos, mesmo quando aparentam estar calmos, e recomenda que visitantes se afastem imediatamente caso um animal se aproxime.

Dava para perceber que ele estava agitado, irritado e investindo contra tudo e todos
— Mike MacLeod, fotógrafo que testemunhou o ataque
Não vi ninguém se aproximando. As pessoas gritavam para alertar sobre o bisão e mantinham distância. Elas foram muito respeitosas
— Mike MacLeod, confirmando que a vítima respeitava protocolos de segurança
The Hearth Conversation Another angle on the story
Inventor

Por que um bisão atacaria pessoas que estavam mantendo distância segura?

Model

Durante o acasalamento, os machos ficam extremamente agressivos. Nesse período, eles não apenas defendem fêmeas, mas parecem estar em um estado de irritação constante. O fotógrafo descreveu este bisão como agitado e investindo contra tudo e todos — não foi um ataque direcionado, foi comportamento indiscriminado.

Inventor

O fotógrafo conseguiu ajudar?

Model

Sim, de forma crucial. Quando viu o homem caído, MacLeod interrompeu a gravação e correu gritando em direção ao bisão para distraí-lo. Outras pessoas fizeram o mesmo. Funcionou — o animal se afastou antes de voltar a atacar.

Inventor

Isso significa que as recomendações de segurança do parque não funcionam?

Model

Não exatamente. O parque recomenda 23 metros de distância, e segundo MacLeod, o casal respeitava isso. O problema é que um bisão de 900 quilos em período de acasalamento pode decidir que 23 metros não é suficiente. As regras protegem na maioria dos casos, mas não garantem segurança absoluta.

Inventor

Por que o neto conseguiu escapar e o avó não?

Model

O neto estava mais rápido e conseguiu correr. O avó foi perseguido ao redor de árvores e não conseguiu se afastar o suficiente antes de ser atingido. Quando você tem 900 quilos de animal agressivo vindo em sua direção, a velocidade e a sorte importam tanto quanto a distância.

Inventor

Isso vai mudar algo em Yellowstone?

Model

Ainda não sabemos. Este é o segundo ataque em 2026 — o primeiro foi em junho, com uma criança de 12 anos. As autoridades estão investigando, mas não divulgaram mudanças nas políticas de segurança. O parque continua alertando que todos os animais são selvagens e potencialmente perigosos.

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