Benfica garante final da Taça de Portugal de hóquei em patins contra FC Porto

Ordoñez marcou um livre direto e carimbou a passagem à final
O Benfica selou a vitória 3-1 sobre a Oliveirense com um golo nos últimos minutos da meia-final.

No Multiusos de Paredes, o Benfica confirmou o seu lugar na final da Taça de Portugal de hóquei em patins ao superar a Oliveirense por 3-1, numa meia-final que testou a resiliência dos encarnados. A vitória, construída sobre dois livres diretos de Lucas Ordoñez e um golo de Carlos Nicolía, abre caminho para um duelo histórico com o FC Porto — confronto entre dois clubes que, juntos, acumulam 32 troféus desta prova. Sábado, às 17:00, o mesmo recinto acolherá uma final que é também um encontro de legados.

  • A Oliveirense, detentora do troféu, pressionou com força na segunda parte e chegou ao empate a cinco minutos do fim, ameaçando virar o jogo.
  • O Benfica respondeu de imediato: Carlos Nicolía marcou do meio da rua no minuto seguinte ao empate, devolvendo a vantagem aos encarnados.
  • Lucas Ordoñez foi decisivo em dois momentos-chave — o golo inaugural aos dois minutos e o 3-1 de livre direto a dois minutos do apito final.
  • Na outra meia-final, o FC Porto eliminou o Óquei de Barcelos nos penáltis, garantindo o duelo de gigantes que todos esperavam.
  • A final de sábado opõe os dois maiores vencedores da prova: Benfica com 15 taças, FC Porto com 17 — o recorde que os encarnados querem aproximar.

O Benfica garantiu presença na final da Taça de Portugal de hóquei em patins ao vencer a Oliveirense por 3-1, numa meia-final disputada no Multiusos de Paredes. Lucas Ordoñez abriu o marcador logo aos dois minutos, permitindo aos encarnados gerir o encontro com alguma tranquilidade até ao intervalo, apesar das tentativas ofensivas da equipa adversária.

A segunda parte trouxe uma Oliveirense mais intensa. A cinco minutos do fim, Lucas Martinez converteu um livre direto após cartão azul a Edu Lamas e restabeleceu a igualdade. A resposta do Benfica foi imediata: Carlos Nicolía marcou do meio da rua no minuto seguinte. A dois minutos do apito final, Ordoñez voltou a marcar de livre direto, selando o 3-1 e a passagem à final.

O FC Porto, por seu lado, eliminou o Óquei de Barcelos nos penáltis na outra meia-final, preparando o terreno para um clássico de peso. Sábado, às 17:00, no mesmo recinto, Benfica e Porto — com 15 e 17 taças respetivamente — disputam um troféu que é também uma afirmação de história.

Nos bastidores, Paulo Pereira, treinador da Oliveirense, lamentou o resultado por considerá-lo injusto face ao desempenho da sua equipa. Já Nuno Resende, técnico do Benfica, elogiou o carácter tático do encontro e focou-se na recuperação dos jogadores para o jogo decisivo de sábado.

O Benfica assegurou o seu lugar na final da Taça de Portugal de hóquei em patins ao derrotar a Oliveirense, detentora do troféu, por 3-1, numa meia-final disputada no Multiusos de Paredes. A vitória coloca os encarnados frente ao FC Porto no jogo decisivo, marcado para sábado às 17:00, no mesmo recinto.

Lucas Ordoñez foi o grande protagonista da partida, abrindo o marcador logo aos dois minutos com um golo que permitiu ao Benfica controlar o encontro com relativa tranquilidade. A Oliveirense, apesar de ter criado dinâmicas ofensivas que obrigaram os lisboetas a reforçar a defesa, não conseguiu aproveitar as oportunidades que teve durante a primeira metade do jogo. O intervalo chegou com os encarnados a vencer por 1-0.

A segunda parte trouxe uma mudança de atitude da Oliveirense. A equipa entrou com maior intensidade e conseguiu criar pressão sobre a baliza do Benfica. Faltando cinco minutos para o final, a Oliveirense chegou ao empate através de um lance de bola parada. Edu Lamas recebeu cartão azul, e Lucas Martinez aproveitou o livre direto para restabelecer a igualdade. A resposta do Benfica foi imediata: no minuto seguinte, Carlos Nicolía marcou um golo do meio da rua que devolveu a vantagem aos encarnados.

O desfecho chegou a dois minutos do final, novamente de bola parada. Lucas Ordoñez converteu um livre direto e selou a passagem do Benfica à final. O resultado de 3-1 reflete uma partida onde o Benfica conseguiu gerir melhor os momentos críticos, apesar da reação forte da Oliveirense na segunda metade.

Na outra meia-final, o FC Porto eliminou o Óquei de Barcelos nos penáltis, garantindo o seu lugar na final. O confronto entre Benfica e Porto será entre dois dos maiores vencedores da prova: os encarnados acumulam 15 taças, enquanto os azuis e brancos são recordistas com 17 troféus.

Paulo Pereira, treinador da Oliveirense, reconheceu a qualidade da sua equipa mas considerou o resultado injusto face ao desempenho dentro de pista. Destacou que a sua formação teve as melhores oportunidades de golo e lamentou fatores fora do seu controlo, como o primeiro golo sofrido. Apesar da derrota, Pereira manteve a confiança no trabalho desenvolvido e na preparação dos seus jogadores para os desafios futuros.

Nuno Resende, treinador do Benfica, elogiou a intensidade e o carácter tático do encontro, sublinhando que a reação da sua equipa o agradou. O técnico encarnado focou-se na recuperação dos jogadores para o jogo de sábado, reafirmando que o mais importante é que o Benfica voltou às finais e que o objetivo é vencer.

Acho que foi extremamente injusto para aquilo que fizemos dentro da pista. As melhores oportunidades de golo foram nossas.
— Paulo Pereira, treinador da Oliveirense
Foi um jogo muito intenso, muito tático. A reação da equipa hoje agradou-me bastante.
— Nuno Resende, treinador do Benfica
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Inventor

Como é que um golo tão cedo, aos dois minutos, muda a dinâmica de uma meia-final?

Model

Muda tudo. Quando marcas cedo contra uma equipa que defende o troféu, ganhas controlo psicológico. A Oliveirense tinha de sair do seu esquema defensivo, tinha de procurar, e isso deixa espaços. O Benfica aproveitou isso para gerir o jogo.

Inventor

Mas a Oliveirense criou oportunidades. Porque é que não conseguiu converter?

Model

Porque o Benfica, apesar de não estar perfeito, foi mais eficiente. A Oliveirense teve chances, mas o Benfica marcou quando teve de marcar — nos momentos que contavam, especialmente nos lances de bola parada.

Inventor

Dois golos de bola parada para o Benfica, um para a Oliveirense. Isso é coincidência ou estratégia?

Model

É preparação. Ambas as equipas trabalham isso. O Benfica foi mais preciso na execução. Ordoñez converteu dois livres diretos, Martinez converteu um. A diferença está na frieza no momento certo.

Inventor

A Oliveirense entrou melhor na segunda parte. Porque é que não conseguiu capitalizar?

Model

Porque chegou tarde. Quando finalmente igualou, o Benfica respondeu imediatamente. Nicolía marcou no minuto seguinte. A Oliveirense não teve tempo para construir sobre esse empate.

Inventor

O que significa esta final entre Benfica e Porto?

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Significa que os dois maiores vencedores da prova vão defrontar-se. Porto tem 17 taças, Benfica tem 15. É uma final entre tradições, entre equipas que sabem o que é ganhar.

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