Benfica vence Sporting em dérbi eletrizante e fica perto do bicampeonato

O Benfica resistiu e celebrou uma vitória que o deixa muito perto do bicampeonato
Após uma segunda parte intensa, o Benfica manteve a vantagem de 2-1 apesar da pressão final do Sporting.

No Pavilhão da Luz, onde rivalidades se forjam em segundos e se resolvem em milímetros, o Benfica abriu a final da liga de futsal com uma vitória de 2-1 sobre o Sporting — um resultado que fala tanto da determinação encarnada como da resiliência leonina. O jogo, disputado na noite de 12 de junho de 2026, revelou duas filosofias de jogo em colisão, com as águias a controlarem os momentos decisivos e os leões a lembrarem que nenhuma vantagem é segura até ao apito final. A final continua aberta, mas o Benfica caminha para o bicampeonato com um passo de vantagem.

  • O Benfica entrou em campo como uma faísca: Lúcio Rocha marcou aos 38 segundos, impondo o ritmo antes de o Sporting sequer se instalar.
  • Zicky Té e Alex Merlim transformaram o Sporting numa ameaça constante, com a trave a salvar o Benfica num livre direto de alto risco na primeira parte.
  • Aos 29 minutos, Diego Nunes e Higor combinaram com precisão cirúrgica para ampliar para 2-0, fazendo o Pavilhão da Luz explodir — mas a resposta leonina foi imediata.
  • Valério surgiu esquecido ao segundo poste aos 34 minutos e reduziu para 2-1, reacendendo a esperança do Sporting e instalando o caos nos minutos finais.
  • Com o 5x4 nos últimos dois minutos, o Sporting esteve a centímetros do empate, mas Léo Gugiel manteve-se intransponível e o Benfica resistiu até ao fim.
  • A final desloca-se agora para o Pavilhão João Rocha na terça-feira, onde o Sporting jogará em casa com a obrigação de inverter a desvantagem.

O Benfica venceu o Sporting por 2-1 no primeiro jogo da final da liga de futsal, disputado no Pavilhão da Luz, e coloca-se em posição privilegiada na corrida ao bicampeonato. Lúcio Rocha inaugurou o marcador logo aos 38 segundos, num remate preciso do meio da rua que apanhou Bernardo Paçó desprevenido. O Sporting respondeu com intensidade, e Zicky Té tornou-se numa ameaça permanente, enquanto Alex Merlim acertou na trave num livre direto — a melhor ocasião da primeira parte. Léo Gugiel foi decisivo antes do intervalo para manter a vantagem encarnada intacta.

A segunda parte elevou ainda mais a temperatura do encontro. Aos 29 minutos, uma combinação entre Diego Nunes e Higor resultou num remate violento que ampliou a vantagem para 2-0. O Pavilhão da Luz festejou, mas o Sporting não cedeu: Silvestre atirou ao poste numa jogada individual de grande qualidade, e Valério, esquecido ao segundo poste, reduziu para 2-1 aos 34 minutos.

Nos minutos finais, o Sporting arriscou o 5x4 e esteve a centímetros do empate, mas Léo Gugiel manteve-se praticamente intransponível e o Benfica segurou o resultado. As duas equipas voltam a defrontar-se na terça-feira, no Pavilhão João Rocha, a partir das 21h15, num segundo jogo onde o Sporting terá de inverter a desvantagem para manter vivo o sonho do título.

O Benfica saiu da primeira mão da final da liga de futsal com uma vitória de 2-1 sobre o Sporting, um resultado que o coloca em posição confortável na luta pelo bicampeonato. O jogo, disputado no Pavilhão da Luz, foi um encontro de intensidade crescente onde as águias souberam gerir melhor os momentos críticos, apesar da pressão constante dos leões nos minutos finais.

A partida começou com um ritmo frenético. Lúcio Rocha não desperdiçou a oportunidade que lhe surgiu logo aos 38 segundos, rematando do meio da rua com precisão e batendo Bernardo Paçó. O Sporting respondeu rapidamente através de Zicky Té, que se tornou numa ameaça permanente para a defesa encarnada. A agressividade do Benfica na recuperação da bola e nas transições rápidas neutralizou grande parte do jogo de circulação dos leões, embora Alex Merlim tenha criado a melhor ocasião da primeira parte ao acertar na trave num livre direto. Léo Gugiel, o guardião brasileiro do Benfica, foi chamado a intervir decisivamente dois minutos antes do intervalo para impedir que Zicky Té ampliasse o perigo. O intervalo chegou com o Benfica a vencer por 1-0.

A segunda parte trouxe ainda mais emoção. Ambas as equipas elevaram a intensidade e a agressividade, com Bernardo Paçó e Léo Gugiel a trocarem defesas de grande qualidade técnica. O segundo golo encarnado surgiu aos 29 minutos quando Diego Nunes desceu pelo corredor esquerdo, Higor neutralizou o marcador direto com um toque sublime e o ala rematou com violência para ampliar a vantagem. O Pavilhão da Luz explodiu de alegria, mas o Benfica não teve tempo de respirar. Silvestre atirou ao poste após uma jogada individual de elevado nível, mantendo viva a esperança leonina.

O Sporting não desistiu e criou ocasiões em abundância nos minutos seguintes. Léo Gugiel mostrou-se praticamente intransponível durante os últimos dez minutos, mas a trave voltou a tremer quando Zicky Té rematou aos 33 minutos. Aos 34 minutos, Valério ficou esquecido ao segundo poste e reduziu a vantagem encarnada para 2-1. O Sporting, com energias renovadas, tentou o 5x4 nos últimos dois minutos, e Valério esteve a centímetros de empatar, mas o Benfica resistiu e celebrou uma vitória que o deixa muito perto do bicampeonato.

As duas equipas voltam a defrontar-se na terça-feira, no Pavilhão João Rocha, a partir das 21h15, para o segundo jogo da final.

O Benfica estava sempre mais perto do triunfo, mas valeram o coração e a qualidade individual das principais unidades
— Análise da partida
La Conversación del Hearth Otra perspectiva de la historia
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Como é que o Benfica conseguiu manter a vantagem apesar da pressão do Sporting nos últimos minutos?

Model

A defesa foi crucial, mas foi principalmente Léo Gugiel que fez a diferença. O guardião brasileiro venceu quase todos os duelos contra o pivot do Sporting e fez defesas decisivas nos momentos em que a partida estava mais equilibrada.

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O Sporting criou muitas oportunidades, não é verdade?

Model

Criou, sim. Zicky Té foi uma ameaça constante, e houve momentos em que o Benfica sofreu bastante. Mas o Benfica tinha algo que o Sporting não conseguiu encontrar: a qualidade individual nos momentos certos e a capacidade de transição rápida.

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Esse golo aos 34 minutos do Valério — foi um aviso para o Benfica?

Model

Foi, definitivamente. Mostrou que o Sporting não tinha desistido e que estava muito perto de empatar. Se o Benfica não tivesse mantido a concentração nos últimos minutos, o resultado poderia ter sido diferente.

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O que muda agora para o segundo jogo?

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O Benfica tem a vantagem psicológica de estar em vantagem, mas o Sporting vai para casa com a confiança de ter criado muitas ocasiões. Tudo pode acontecer na terça-feira.

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