Em Belo Horizonte, o tempo — esse árbitro implacável entre a vida e a morte no infarto — passa a ser enfrentado com uma estratégia de continuidade: ambulâncias do Samu transmitem eletrocardiogramas e sinais vitais em tempo real para os hospitais, de modo que a equipe médica já esteja pronta quando o paciente atravessa a porta. O projeto piloto, iniciado esta semana com três hospitais de referência, reconhece que salvar um coração não começa na sala de hemodinâmica, mas no momento em que a sirene é acionada.
Belo Horizonte conecta Samu a hospitais em tempo real para acelerar tratamento de infarto
Redução potencial de mortalidade e sequelas em pacientes com infarto agudo do miocárdio através de diagnóstico e tratamento mais rápidos.
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