Em julho de 2026, as ações do Banco do Brasil chegaram a R$ 20, carregando consigo uma tensão antiga entre o que uma instituição já foi e o que ela ainda pode vir a ser. O desconto histórico seduz quem enxerga valor adormecido, mas as provisões de crédito que consumiram metade do lucro trimestral lembram que preço baixo nem sempre é sinônimo de oportunidade. Entre o múltiplo atraente e a inadimplência persistente, o investidor é convidado a distinguir paciência de ingenuidade.