No cruzamento entre contrato e consciência, McKenna West — enfermeira, mãe solteira e barriga de aluguel — recusa-se a interromper uma gravidez cujo bebê, diagnosticado com cardiopatia grave, tem chances reais de sobreviver com cirurgia. O que começou como um acordo comercial tornou-se uma disputa judicial entre o Alasca e a Califórnia sobre quem detém autoridade sobre o corpo de uma gestante e o destino de uma vida ainda por nascer. A história coloca em tensão os limites do contrato, a autonomia médica da mulher e o peso moral de decisões tomadas sob pressão extrema.
Barriga de aluguel recorre na Justiça dos EUA para salvar bebê com cardiopatia
McKenna West enfrenta pressão psicológica extrema, ameaça de ação de US$ 250 mil e conflito moral sobre a vida do bebê que gesta, impactando sua saúde mental e estabilidade financeira como mãe solteira.