Em um momento em que o trabalho e o capital voltam a se olhar nos olhos sem encontrar entendimento, quase quatro mil bancários paraibanos reunir-se-ão na segunda-feira para decidir se param por vinte e quatro horas na quinta-feira seguinte. O impasse não nasceu do acaso: após sete rodadas de negociação, a Federação Nacional dos Bancos ainda não colocou um número concreto sobre a mesa, propondo em vez disso congelar pisos e fragmentar benefícios. O que se vota não é apenas uma greve — é a resposta coletiva ao silêncio de quem tinha a palavra.
Bancários votam greve de 24h para quinta-feira em protesto por reajuste salarial
Possível impacto no atendimento bancário para milhões de brasileiros caso a greve seja aprovada e realizada.