No subsolo radioativo de uma antiga mina soviética na Alemanha Oriental, a vida encontrou uma forma de domar o veneno que a cerca. Cientistas descobriram que bactérias adaptadas a condições extremas conseguem converter urânio dissolvido em um composto mineral estável, retirando-o da água com eficiência notável. Essa descoberta, situada na interseção entre microbiologia e remediação ambiental, sugere que organismos invisíveis a olho nu podem carregar respostas para um dos legados mais duradouros da era industrial.