Em uma quarta-feira de agosto, duas das maiores companhias aéreas do Brasil abriram brevemente suas portas para quem acumula milhas com paciência e aguarda o momento certo para voar. A Azul Fidelidade e a Smiles, cada uma com seu nome poético para a campanha, ofereceram passagens domésticas a preços reduzidos — lembrando que o valor de uma moeda, seja ela real ou em pontos, só se realiza no ato do uso. A janela, porém, era estreita: até a meia-noite do mesmo dia, a oportunidade existia; depois disso, voltaria ao silêncio da espera.