Ataque a tiros em Duque de Caxias deixa dois mortos e sete feridos

Duas vítimas fatais, sendo uma adolescente de 15 anos; sete pessoas feridas internadas em hospitais da região.
Um carro se aproximou e disparos ecoaram contra jovens que celebravam
Descrição do momento em que criminosos abriram fogo contra grupo reunido em praça pública.

Na madrugada de um domingo de aniversário, a celebração de jovens em uma praça de Gramacho, Duque de Caxias, foi interrompida por disparos vindos de um veículo em movimento. Dois dos nove baleados não sobreviveram — entre eles Eduarda Paula de Almeida, de apenas 15 anos, morta no local. O episódio se inscreve na longa e dolorosa história de violência armada que atravessa a região metropolitana do Rio de Janeiro, onde a alegria de um encontro pode ser ceifada sem aviso e sem razão ainda conhecida.

  • Um carro se aproximou da Praça Rio Branco na madrugada de domingo e seus ocupantes abriram fogo contra um grupo de jovens que comemoravam um aniversário.
  • Nove pessoas foram baleadas; Eduarda Paula, 15 anos, morreu no local com um tiro na cabeça, e Caio Luiz, 23 anos, faleceu horas depois no hospital.
  • As outras sete vítimas seguem internadas em unidades de saúde da Baixada Fluminense, mantendo famílias e comunidade em estado de angústia.
  • A motivação do ataque permanece desconhecida, e a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense investiga o caso em busca de testemunhos e evidências que identifiquem os responsáveis.

Na madrugada do último domingo de julho, um grupo de jovens entre 15 e 23 anos celebrava um aniversário na Praça Rio Branco, em Gramacho, Duque de Caxias. A festa foi interrompida quando um carro se aproximou e criminosos abriram fogo contra as pessoas reunidas no local. Nove foram baleadas.

Eduarda Paula de Almeida, de 15 anos, foi atingida na cabeça e morreu ali mesmo, na praça. Caio Luiz de Souza Leme, de 23 anos, foi socorrido e levado a um hospital da região, mas não resistiu e faleceu no início da manhã. As outras sete vítimas permanecem internadas em unidades de saúde da Baixada Fluminense.

Militares do 15º Batalhão compareceram ao local e constataram a morte da adolescente. A Polícia Civil confirmou oficialmente o óbito de Eduarda Paula. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense assumiu as investigações e busca reunir depoimentos de testemunhas que possam esclarecer a motivação do ataque e levar à identificação dos responsáveis.

Na madrugada de domingo, 31 de julho, nove jovens entre 15 e 23 anos foram baleados em Duque de Caxias, na região metropolitana do Rio de Janeiro. Eles estavam reunidos na Praça Rio Branco, em Gramacho, celebrando um aniversário quando um carro se aproximou. Do interior do veículo, criminosos abriram fogo contra o grupo.

Duas pessoas não sobreviveram aos ferimentos. Eduarda Paula de Almeida, 15 anos, foi atingida na cabeça e morreu no local. Caio Luiz de Souza Leme, 23 anos, foi levado a um hospital da região, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu no início da manhã. As outras sete vítimas foram socorridas e permanecem internadas em unidades de saúde da área.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro confirmou oficialmente apenas a morte de Eduarda Paula. Militares do 15º Batalhão compareceram ao local e constataram a morte da adolescente, enquanto as demais vítimas foram encaminhadas para atendimento hospitalar.

O que motivou o ataque permanece sob investigação. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense segue trabalhando para reunir informações que esclareçam os fatos e permitam a identificação dos responsáveis. Testemunhas presentes no momento dos disparos podem fornecer pistas cruciais sobre a identidade dos criminosos e as circunstâncias que levaram ao episódio de violência.

O caso integra a série de ataques a tiros que continuam marcando a região metropolitana do Rio, onde grupos armados frequentemente agem contra aglomerações de pessoas em espaços públicos. A investigação segue em andamento, e as autoridades buscam esclarecer se houve motivação específica para o ataque ou se tratou de ação aleatória.

O grupo se reuniu na Praça Rio Branco para comemorar um aniversário quando um carro se aproximou e criminosos efetuaram disparos do interior do veículo
— Testemunhas do ataque
La Conversación del Hearth Otra perspectiva de la historia
Inventor

Por que um grupo de jovens celebrando um aniversário em uma praça pública se tornou alvo de disparos?

Model

Ainda não há clareza sobre a motivação. A polícia está investigando se havia um alvo específico ou se foi um ato de violência indiscriminada.

Inventor

Como é possível que criminosos consigam agir dessa forma em um espaço público sem serem interceptados?

Model

O ataque foi rápido — um carro se aproximou, disparos foram feitos, e os criminosos fugiram. A resposta policial chegou depois, quando o dano já estava feito.

Inventor

A morte de uma adolescente de 15 anos muda algo na forma como esses crimes são tratados?

Model

Oficialmente, a polícia confirmou apenas a morte dela. Mas a idade dela, e a idade dos outros — todos jovens — aponta para um padrão de vulnerabilidade que persiste nessas regiões.

Inventor

O que sabemos sobre Caio Luiz, que morreu no hospital?

Model

Tinha 23 anos, foi socorrido, mas os ferimentos foram graves demais. Morreu no início da manhã, horas depois do ataque.

Inventor

As investigações têm alguma pista concreta?

Model

A delegacia está buscando informações. Testemunhas estavam lá — viram o carro, ouviram os disparos. Mas identificar criminosos em contextos como esse é frequentemente lento e difícil.

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