Ele está disposto a usar seu próprio filho como peça no tabuleiro
Em toda sociedade existe a tentação de dobrar a justiça ao serviço do poder, e é essa tentação que a novela Quem Ama Cuida coloca em cena com o advogado Ademir. Contratado pela família Brandão, ele orquestra uma condenação fabricada contra Adriana, fisioterapeuta inocente, subornando testemunhas e afastando o próprio filho da defesa. O resultado é uma sentença de doze anos imposta a quem não cometeu crime algum — e a ruptura irreparável entre pai e filho, quando a verdade, por fim, não pode mais ser silenciada.
- Adriana enfrenta um julgamento armado contra ela desde o início, com cada peça do processo manipulada por quem deveria servir à lei.
- Ademir usa o próprio filho como instrumento, colocando Pedro como testemunha de acusação para impedi-lo legalmente de defender a inocente.
- Um suborno pago a Tom garante um depoimento falso que sela o destino de Adriana antes mesmo de o júri deliberar.
- A condenação a doze anos de prisão por um crime que não existiu é o ponto de chegada de uma corrupção fria e calculada.
- Pedro, ao descobrir a compra da testemunha, rompe definitivamente com o pai — escolhendo a integridade no lugar do sangue.
Na novela Quem Ama Cuida, da Globo, o advogado Ademir escolhe a lealdade à poderosa família Brandão em detrimento da justiça, desencadeando uma série de manobras corruptas que condenam uma mulher inocente e destroem sua própria família.
Seu primeiro alvo é o filho Pedro, jovem advogado idealista que decide defender Adriana, fisioterapeuta acusada de assassinar Arthur. Quando Pedro se recusa a abandonar o caso, Ademir o inclui como testemunha de acusação — uma jogada processual que o impede legalmente de atuar como defensor. Cléber assume o lugar de Pedro, ainda confiante numa defesa justa, sem saber que Ademir já preparava o golpe seguinte.
Esse golpe é o suborno de Tom, marido de Elenice, para que deponha contra Adriana. Com uma testemunha comprada e Pedro afastado da defesa, o julgamento se torna uma encenação. Adriana é condenada a doze anos de prisão por um crime que não cometeu — sentença direta da corrupção de Ademir, disposto a destruir até a melhor amiga da própria esposa em nome de um contrato.
Depois do veredito, Pedro descobre a verdade sobre o depoimento de Tom. O confronto com o pai é definitivo: ele acusa Ademir de trair tudo o que a advocacia deveria representar e rompe o vínculo entre eles. Para Pedro, a integridade vale mais do que o sangue — e essa escolha marca o fim de uma relação que a corrupção, silenciosamente, já havia destruído.
Na novela Quem Ama Cuida, exibida pela Globo, o advogado Ademir enfrenta um dilema moral que o leva a escolher o dinheiro e a lealdade à família Brandão sobre a justiça. Contratado para defender os interesses dessa família poderosa, ele se vê diante da oportunidade de condenar Adriana, a fisioterapeuta acusada de assassinar Arthur. O que se segue é uma demonstração calculada de corrupção processual que vai destruir vidas e romper famílias.
O primeiro movimento de Ademir é impedir que seu próprio filho, Pedro, defenda Adriana no tribunal. Pedro é um jovem idealista, advogado como o pai, mas movido por princípios que Ademir há muito tempo abandonou. Quando o pai tenta convencê-lo a desistir do caso, Pedro se recusa. Sua resposta é firme: ele vai ajudar a trabalhadora a provar sua inocência. Diante dessa resistência, Ademir executa sua estratégia. Ele coloca Pedro na posição de testemunha de acusação, uma manobra processual que o impede legalmente de ser o advogado de defesa de Adriana. É uma jogada que revela a frieza de Ademir: ele está disposto a usar seu próprio filho como peça no tabuleiro.
Cléber assume a defesa de Adriana no lugar de Pedro, confiante de que conseguirá ajudá-la mesmo com essa mudança. Ele até tranquiliza o sócio lembrando que Pedro pode tentar ajudar como testemunha. Mas Ademir já está um passo à frente. Sua segunda e mais grave ação é subornar Tom, o marido de Elenice, para que depoe contra Adriana no julgamento. Tom entra na sala de audiências como testemunha de acusação, seu depoimento comprado e pago, uma mentira financiada que vai selar o destino da fisioterapeuta.
O julgamento transcorre com Ademir orquestrando cada movimento. Sua corrupção não conhece limites. Ele está disposto a destruir a reputação de Adriana, a melhor amiga de sua própria esposa, tudo em nome de um contrato com a família Brandão. Quando o veredito chega, Adriana é condenada a doze anos de prisão por um crime que não cometeu. A sentença é o resultado direto da manipulação de Ademir, da testemunha comprada, da exclusão de Pedro da defesa.
Depois que tudo termina, Pedro finalmente vê a verdade. Ele confronta o pai, acusando-o de ter comprado o depoimento de Tom, de ter usado métodos desonestos que violam tudo aquilo que a profissão de advogado deveria representar. E então Pedro toma sua decisão: ele não quer mais contato com Ademir. O filho rompe com o pai, rejeitando não apenas suas ações naquele julgamento, mas tudo aquilo que ele se tornou. Para Pedro, a escolha é clara: a integridade vale mais do que o sangue.
Citações Notáveis
Pedro acusa o pai de ter comprado o depoimento de Tom e deixa claro que não quer mais contato com Ademir— Pedro (Chay Suede)
A Conversa do Hearth Outra perspectiva sobre a história
Por que Ademir faz isso? Ele é advogado, deveria conhecer a lei melhor do que ninguém.
Conhece sim. É exatamente por isso que sabe como dobrá-la. Ele foi contratado pela família Brandão, e isso significa que sua lealdade não é à justiça, é ao dinheiro.
Mas colocar o próprio filho como testemunha contra a defesa — isso não é arriscado? Pedro poderia descobrir.
Descobrir é exatamente o que Pedro faz. Mas Ademir calcula que o risco vale a pena. Ele precisa afastar Pedro da defesa, e essa é a forma mais limpa de fazer isso legalmente.
E a testemunha comprada? Como alguém como Tom aceita isso?
Tom tem suas próprias necessidades, seus próprios problemas. Ademir oferece dinheiro. É simples assim. Nem todos têm a força de caráter de Pedro.
Então no final Adriana paga o preço por tudo isso.
Sim. Doze anos de prisão por um crime que não cometeu. É o custo real da corrupção — não é abstrato, não é teórico. É uma pessoa atrás das grades.