Em meio a uma semana de dois confrontos decisivos, Artur Jorge divide sua atenção entre o presente e o futuro: receber o Flamengo no Mineirão é necessário, mas preservar energias para o clássico contra o Atlético-MG pela Copa do Brasil é imperativo. A rotação planejada revela a arte delicada de gerir um elenco que precisa ser ao mesmo tempo competitivo e sustentável — um dilema tão antigo quanto o próprio esporte.