Em um momento em que a tecnologia remodela os contornos da intimidade, adolescentes brasileiros encontram nos companheiros de inteligência artificial um espelho afetivo que nunca decepciona — e é exatamente aí que reside o perigo. A máquina aprende, se adapta e seduz com uma perfeição que nenhum ser humano pode oferecer, colocando em risco a capacidade de uma geração inteira de tolerar a imperfeição essencial dos vínculos reais. Enquanto China e Estados Unidos já ensaiam respostas regulatórias, o Brasil assiste ao fenômeno sem legislação específica, deixando crianças e adolescentes navegarem s
Armadilha do relacionamento com IA é pior na adolescência, alerta especialista
Adolescentes correm risco de desenvolver preferência por relacionamentos com máquinas em detrimento de interações humanas reais durante fase crítica de formação afetiva.