Uma década após o silêncio dos últimos Mirage, a Argentina retoma o domínio do espaço aéreo supersônico. Em setembro, seis novos F-16 dinamarqueses cruzarão o Atlântico com apoio norte-americano, chegando antes do previsto e elevando para doze as aeronaves entregues de um programa de vinte e quatro. É o ritmo acelerado de uma nação que reconhece, na soberania do céu, uma dimensão inegociável de sua presença no mundo.