Em agosto de 2026, a aprovação de Donald Trump recuou ao seu ponto mais baixo no segundo mandato — um espelho que a história frequentemente oferece aos governantes quando a distância entre promessa e realidade se torna difícil de ignorar. A pesquisa Reuters/Ipsos registrou 33% de aprovação e 64% de desaprovação, enquanto os democratas conquistaram, pela primeira vez em uma década, a preferência dos eleitores na gestão da economia. São números que não apenas medem um presidente, mas revelam um eleitorado em processo de reavaliação silenciosa.