Em Aparecida de Goiânia, a multiplicação de armadilhas para capturar ovos do Aedes aegypti não é apenas um gesto técnico — é o reconhecimento de que combater doenças invisíveis exige, antes de tudo, aprender a enxergá-las. A partir de 17 de agosto, a cidade amplia sua rede de monitoramento de 105 para 353 ovitrampas, triplicando sua capacidade de mapear onde o mosquito transmissor de dengue, zika e chikungunya realmente se instala. O dado mais revelador, porém, não está nos equipamentos: desde setembro de 2025, as armadilhas já existentes coletaram mais de 290 mil ovos — um espelho silencioso