Em um mercado onde a aparência dos produtos nem sempre reflete sua conformidade legal, a Anvisa agiu em 24 de julho de 2026 para suspender dezenas de cosméticos — perfumes, máscaras, xampus e maquiagens — que circulavam no Brasil sem regularização sanitária adequada ou com documentação comprometida. A decisão revela uma tensão estrutural entre a velocidade do comércio digital e a capacidade regulatória do Estado de garantir que o que chega às mãos do consumidor seja, de fato, seguro. Entre falsificações, fórmulas alteradas e rótulos irregulares, o episódio lembra que a confiança depositada em
Anvisa proíbe venda de perfumes, máscaras capilares e maquiagens irregulares
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