Em um tempo em que o mercado digital dissolve fronteiras e enfraquece rastreabilidades, a Anvisa proibiu seis marcas de sal comercializadas na internet sem registro sanitário, fabricantes identificados ou qualquer garantia de segurança. A decisão, publicada no Diário Oficial em 6 de agosto de 2026, revela algo mais profundo do que uma irregularidade burocrática: ela expõe a vulnerabilidade do consumidor diante de promessas terapêuticas ilegais feitas por empresas que, oficialmente, não existem. O que está em jogo não é apenas sal, mas a confiança que depositamos naquilo que ingerimos sem ver.