Em um momento em que o Brasil aprofunda sua vigilância sobre o espaço digital, a Agência Nacional de Proteção de Dados abriu dois processos de fiscalização abrangendo 22 serviços — de redes sociais a assistentes de inteligência artificial — para verificar se essas plataformas respeitam as leis brasileiras sobre crimes digitais e ferramentas de nudificação. A ação, assinada pelo mesmo superintendente que dias antes suspendeu as transmissões ao vivo do Discord, revela uma agência que deixou de ser observadora para se tornar árbitro ativo da ordem digital. O prazo de dez dias úteis para resposta
ANPD abre fiscalização de 22 plataformas digitais sobre crimes e nudificação
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