Há um gesto cotidiano que muitos interpretam como nervosismo, mas que a psicologia reconhece como sabedoria corporal: caminhar durante uma ligação telefônica. Sem o apoio das expressões faciais e da linguagem corporal, o cérebro assume uma carga cognitiva maior, e o movimento rítmico funciona como um regulador natural — sincronizando corpo e mente para que o pensamento flua com mais clareza. O hábito só merece atenção clínica quando vem acompanhado de sinais de ansiedade que persistem além da conversa.