Ancelotti tem dúvidas para enfrentar o Haiti; nove brigam por quatro vagas

Nove jogadores brigam por quatro vagas após atuação decepcionante
A seleção brasileira terá mudanças confirmadas para o jogo contra o Haiti, com várias posições em aberto.

Após um empate sem brilho com Marrocos que deixou técnico e jogadores insatisfeitos, a seleção brasileira chega à Filadélfia nesta sexta-feira diante do Haiti carregando não apenas a necessidade de vencer, mas a urgência de se reencontrar. Carlo Ancelotti, sem revelar nomes, sinalizou que o time será diferente — um reconhecimento silencioso de que o futebol, como a vida, exige revisão quando o caminho escolhido não leva aonde se quer chegar. Quatro posições abertas e nove candidatos traduzem, em números, a busca por uma identidade que o Brasil ainda não mostrou neste torneio.

  • O empate 1 a 1 com Marrocos na estreia funcionou como um alarme: o Brasil jogou abaixo do esperado e Ancelotti não escondeu a insatisfação.
  • Quatro vagas no time titular estão em disputa real, com nove jogadores pressionando por espaço — a concorrência interna é o maior sinal de que nada está garantido.
  • Casemiro, que teve um primeiro tempo fraco e foi amarelado, sente o calor de Fabinho, que entrou bem na segunda etapa e mostrou estar pronto para assumir.
  • Igor Thiago, que não convenceu nem no amistoso nem na estreia, deve ceder lugar a Matheus Cunha no ataque, enquanto Danilo retorna à lateral-direita para encerrar a experiência de improvisação com Roger Ibañez.
  • O Brasil entra em campo contra o Haiti precisando de uma resposta coletiva — uma atuação que recoloque a seleção em posição confortável na competição antes que a pressão aumente.

A seleção brasileira desembarca no confronto contra o Haiti, nesta sexta à noite na Filadélfia, com a certeza de que o time será diferente. Ancelotti não anunciou a escalação, mas deixou claro que o empate sem graça com Marrocos — 1 a 1 na estreia — não ficará sem resposta. Há trabalho a fazer, e as mudanças são o primeiro passo.

As dúvidas se concentram em quatro posições. No meio-campo, Bruno Guimarães é o único titular confirmado. Casemiro, amarelado e apagado no primeiro tempo contra os marroquinos, vê Fabinho como ameaça concreta após uma boa entrada na segunda etapa. A terceira vaga de meio-campista também está em aberto: Lucas Paquetá não convenceu, e Danilo Santos ou Matheus Cunha podem ocupar o setor, dependendo da leitura tática de Ancelotti.

Na ponta-direita, Raphinha deixou a desejar e abriu espaço para Luiz Henrique, substituto natural e opção que traria mais dinamismo ao ataque. No centro do ataque, Igor Thiago, do Brentford, não deixou impressão positiva em nenhuma das oportunidades que teve, e Matheus Cunha aparece como o nome mais forte para o lugar. Endrick está disponível, mas os sinais indicam que Ancelotti não pretende lançá-lo como titular agora.

Na lateral-direita, a experiência com Roger Ibañez improvisado deve ser encerrada. Danilo, do Flamengo — zagueiro no clube, mas com longa história pelos lados do campo —, é o favorito para retomar a posição. Ancelotti também testou o meio-campista Éderson na função durante a semana, mas tudo indica que prefere não arriscar outra improvisação.

Matheus Cunha e Danilo surgem como as novidades mais prováveis do time. Ambos foram trabalhados durante a semana e parecem estar nos planos do técnico. O desafio é montar um Brasil que responda melhor do que fez na estreia — e que volte a ocupar, dentro e fora de campo, o lugar que se espera de uma seleção com suas ambições.

A seleção brasileira chega ao confronto contra o Haiti nesta sexta-feira à noite na Filadélfia com a certeza de que mudanças virão. Carlo Ancelotti não revelou sua escalação na coletiva de véspera, mas foi claro em um ponto: o time que empatou sem graça com Marrocos na estreia não será o mesmo que entra em campo. Aquele resultado 1 a 1 deixou jogadores e técnico insatisfeitos, e agora há trabalho a fazer.

O problema é que as dúvidas são muitas. Quatro posições estão em aberto, e nove jogadores brigam pelas vagas. No meio-campo, apenas Bruno Guimarães tem seu lugar garantido. Casemiro, que teve um primeiro tempo fraco e levou cartão amarelo contra Marrocos, agora vê Fabinho como ameaça real. O jogador do Al-Ittihad entrou bem na segunda etapa e mostrou que está pronto para jogar.

A terceira vaga de meio-campista também é incerta. Lucas Paquetá teve desempenho ruim contra os marroquinos e pode perder espaço. Danilo Santos é uma opção natural se Ancelotti quiser manter três volantes. Matheus Cunha, porém, também está na conversa e poderia ocupar esse setor, dependendo de como o técnico quer montar o meio-campo.

Na ponta-direita, Raphinha não convenceu. O jogador do Barcelona teve uma atuação fraca e abriu espaço para Luiz Henrique, que é o substituto mais óbvio para a posição. É uma mudança que faz sentido tático e que pode trazer mais dinamismo ao lado direito do ataque.

No ataque, a mudança parece certa. Igor Thiago, do Brentford, teve chances tanto no amistoso contra o Egito quanto na estreia contra Marrocos, mas não deixou uma impressão positiva. Matheus Cunha é o nome mais forte para substituí-lo. Endrick também está disponível, mas Ancelotti dá sinais de que não é o momento de lançar o jovem atacante como titular.

Há ainda a questão da lateral-direita. Ancelotti experimentou Roger Ibañez improvisado na posição, mas a tendência é trazer Danilo, do Flamengo, de volta ao setor. O jogador, atualmente zagueiro no time carioca, passou boa parte de sua carreira atuando pelos lados do campo e tem experiência para a função. Durante a semana, o técnico também testou o meio-campista Éderson na lateral, mas sinais indicam que não quer arriscar outra improvisação.

Matheus Cunha e Danilo despontam como as novidades mais prováveis. Ambos foram testados durante a semana e parecem estar nos planos de Ancelotti para este jogo. O desafio agora é montar um time que responda melhor do que fez contra Marrocos e que coloque o Brasil em posição mais confortável na competição.

Ancelotti confirmou que não levará a campo a mesma equipe que empatou por 1 a 1 com Marrocos na estreia
— Carlo Ancelotti
La Conversación del Hearth Otra perspectiva de la historia
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Por que Ancelotti não confirmou a escalação antes do jogo contra o Haiti?

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Ele quer manter a flexibilidade. Depois de um empate decepcionante, há muitas posições em dúvida e vários jogadores querendo provar que merecem jogar. Confirmar cedo fecharia portas.

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Casemiro está em risco real de perder a vaga?

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Sim. Ele teve um primeiro tempo ruim contra Marrocos e levou amarelo. Fabinho entrou bem na segunda etapa e mostrou que está pronto. Ancelotti está testando alternativas.

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E Matheus Cunha? Parece ser a solução para vários problemas.

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Exatamente. Ele pode jogar como terceiro meio-campista ou como centroavante. Essa versatilidade o torna valioso quando há tantas dúvidas.

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Raphinha está realmente em risco de sair?

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Sua atuação contra Marrocos foi fraca. Luiz Henrique é uma opção natural e mais dinâmica para a ponta-direita. Não é uma surpresa.

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E Igor Thiago? Ele teve chances e não aproveitou?

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Teve chances em dois jogos importantes e não convenceu. Matheus Cunha é o substituto mais provável. Às vezes o futebol é assim: você tem oportunidades e precisa aproveitar.

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Danilo voltando à lateral-direita faz sentido?

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Faz. Ele passou anos jogando pelos lados. É mais seguro trazer alguém com experiência na posição do que improvisar novamente.

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