A Alphabet encerrou o segundo trimestre de 2026 com um lucro líquido de US$ 112,1 bilhões — número que, embora impressionante, carrega em si uma distinção fundamental: a maior parte veio de ganhos não realizados em investimentos, não das operações cotidianas. Por trás dos algarismos, porém, há uma história mais sólida: receita crescendo 24%, uma divisão de nuvem que quase dobrou de tamanho, e uma empresa que aposta com crescente convicção que a inteligência artificial redefinirá seus negócios. O resultado é tanto um retrato de riqueza acumulada quanto um mapa de apostas ainda por confirmar.