Em toda narrativa de poder, há um momento em que o título e a legitimidade se separam. Na trama de Coração Acelerado, Zilá conquistou a presidência do Grupo Amaral pelo caminho formal — o voto do conselho —, mas um vídeo viral e um ex-companheiro determinado revelam que o poder institucional raramente pertence a quem o ocupa sozinho. Alaorzinho não precisa de força bruta: basta conhecer as regras do jogo melhor do que ela.