No Rio de Janeiro, onde a maior conferência global sobre AIDS reúne cientistas, ativistas e formuladores de políticas, a AIDS Healthcare Foundation ergue sua voz não apenas sobre o HIV, mas sobre uma epidemia paralela que avança em silêncio: a sífilis. Curável, frequentemente invisível em seus sintomas e devastadora em suas consequências — da sífilis congênita aos danos neurológicos irreversíveis —, a doença desafia sistemas de saúde que ainda não a tratam com a urgência que merece. O apelo da AHF é antigo em sua essência: o que pode ser curado não deveria matar, e o que pode ser detectado não
AHF alerta sobre epidemia de sífilis na Conferência AIDS 2026 no Rio
A sífilis congênita pode ser devastadora para mães e bebês; a doença latente causa graves danos ao cérebro, coração e outros órgãos sem sintomas visíveis.