Em meio à aceleração tecnológica que remodela profissões em todo o mundo, a advocacia brasileira revela uma postura madura: adota a inteligência artificial com entusiasmo, mas exige que ela venha acompanhada de responsabilidade. Uma pesquisa da AASP com mais de mil profissionais mostra que a IA já é realidade cotidiana nos escritórios, e que a mesma categoria que a abraça é a que mais clama por marcos regulatórios — não por medo do novo, mas por respeito às consequências do erro.