Em Mato Grosso do Sul, escritórios de advocacia começam a incorporar a inteligência artificial não como substituta do jurista, mas como absorvedora do trabalho que sempre esteve abaixo do seu potencial. A transformação, já vivida na prática por profissionais como a advogada Suyane Liuti, levanta uma questão que transcende a tecnologia: quando a máquina acelera, quem ainda responde pelo resultado? A OAB-MS tenta organizar essa travessia, lembrando que a velocidade do algoritmo não alivia o peso da responsabilidade humana.