Em laboratórios da Universidade Federal do ABC, pesquisadores financiados pela FAPESP revelaram algo que desafia décadas de sabedoria clínica: o açúcar não precisa de anos para fazer mal a quem tem asma. Em apenas duas semanas de consumo elevado, camundongos com sensibilidade alérgica desenvolveram inflamação pulmonar severa — um achado que coloca a dieta no centro do cuidado respiratório, ao lado dos medicamentos e do controle ambiental. Para os 300 milhões de pessoas que convivem com a asma no mundo, a descoberta sugere que cada refeição é também uma decisão terapêutica.
Açúcar agrava asma em curto prazo, mostra estudo com camundongos
Aproximadamente 300 milhões de pessoas no mundo sofrem de asma, doença cuja prevalência tem aumentado nas últimas décadas.