Dezenove anos antes de se encontrarem em uma final de Copa do Mundo, Lionel Messi e Lamine Yamal já haviam dividido o mesmo enquadramento — um segurando o outro dentro de uma banheira de plástico, em uma campanha da Unicef que ninguém, naquele momento, poderia compreender em toda a sua extensão. A fotografia, guardada pelo pai de Yamal por quase duas décadas, ressurgiu nas redes sociais como um desses artefatos raros em que o tempo transforma o ordinário em mítico. O futebol, que já é feito de narrativas, ganhou mais uma que desafia qualquer roteirista: os dois homens que disputarão o troféu m