Chongqing carrega em sua paisagem a memória de um tempo em que balsas eram o único elo entre margens separadas por rios e encostas. Em poucas décadas, a cidade passou de nenhuma ponte a vinte mil estruturas viárias, tornando-se um laboratório involuntário dos limites da engenharia e da tecnologia — onde até os satélites se perdem entre os andares de um viaduto de cinco níveis. É a história de como a vontade de conectar pessoas pode reconfigurar não apenas uma cidade, mas a própria noção do que é possível construir.