Em Vila do Conde, o FC Porto confirmou que a excelência individual pode ser o fio que separa a vitória da incerteza. Num jogo onde o equilíbrio ameaçou persistir, foi a intervenção sobrehumana de Diogo Costa e o regresso silencioso mas certeiro de Nehuén Pérez que lembraram por que razão os grandes clubes constroem as suas ambições sobre homens capazes de decidir nos momentos que mais pesam.