Na Argentina de Javier Milei, os números econômicos e o estado de espírito popular seguem caminhos opostos: a inflação recua, mas três em cada quatro argentinos relatam tristeza, desânimo ou raiva diante do governo. É um lembrete antigo de que estatísticas e experiências vividas habitam mundos distintos — e que a confiança de um povo se reconstrói não em planilhas, mas nas mesas de jantar e nos mercados do cotidiano.
76% dos argentinos sentem tristeza ou raiva com governo Milei
Famílias argentinas enfrentam perda de poder de compra, crédito caro e orçamentos domésticos comprometidos pelos choques econômicos dos últimos anos.