Quase um ano após o fim oficial do suporte da Microsoft, uma em cada seis máquinas Windows continua a correr o Windows 10 — um sistema que acumula quase três vezes mais vulnerabilidades críticas do que o seu sucessor. A inércia tecnológica raramente é inocente: aqui, ela traduz-se em risco concreto para organizações que, por razões financeiras, técnicas ou culturais, ainda não conseguiram dar o passo seguinte. A história repete-se sempre que uma plataforma envelhece mais depressa do que a capacidade humana de a abandonar.